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Arquivo mensal: agosto 2012

De tocar te transmuto em fogo

Contenho

Esfrio as palmas

Escondo no peito

Descruzo os sonhos que já é hora

de pousar neste vasto descampado

Desembarco

Sem arder

Sem brotar

Apenas fico

Quando atrás encaixa a coluna

Perco a frente

Só tempo

Erosão sendo

De cavar um oceano

Pra sempre expondo

Nada.

 

São Paulo – 11/08/2012

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