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Arquivo mensal: julho 2012

Extraindo os primeiros punhados de superfície com as mãos

pra drenar os venenos do coração

abrindo espaço pra tudo que mudar

Eu não respiro até ventar

Sei q essa folha q voou foi o tempo que partiu

sempre interferente

E assim eles passam como se eu estivesse aqui pra sempre

Por aquele sentimento que se eu soltar não cai

eu me enfrento até o fim.

 

São Paulo, 07/07/2012